sábado, 31 de outubro de 2009

Música: Sarah Vaughan



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarah_Vaughan

Sarah Lois Vaughan (Newark, 27 de março de 1924 — Los Angeles, 3 de abril de 1990) foi uma cantora estadunidense de jazz. Junto com Billie Holiday e Ella Fitzgerald é considerada por muitos como uma das mais importantes e influentes vozes feminina do jazz.
A voz de Vaughan caracterizava-se por sua tonalidade grave, por sua enorme versatilidade e por seu controle do vibrato. Sarah Vaughan foi uma das primeiras vocalistas a incorporar o fraseio do bebop.

Infância
O pai de Sarah Vaughan, Asbury "Jake" Vaughan, era um carpinteiro e guitarrista amador. Sua mãe, Ada, era um lavadeira. Jake e Ada Vaughan migraram para Newark da Virginia durante a Primeira Guerra Mundial. Sarah era a única criança natural deles, embora nos anos 1960s eles adotaram Donna, a criança de uma mulher que acompanhava Sarah Vaughan.
Os Vaughans moraram em uma casa na Brunswick Street em Newark por toda a infância de Sarah. Jake Vaughan era profundamente religioso e a família era muito ativa na New Mount Zion Baptist Church na 186 Thomas Street. Sarah iniciou lições de piano com a idade de sete, cantou no coro da igreja e ocasionalmente tocava piano para ensaios e serviços.

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Literatura Poesia: Sensações perdidas

Sensações perdidas

Queria por mais um momento...
Um milésimo de segundo,
Ou o que quer que seja...

Como eu queria...
Como queria...
Sentir aquela sensação novamente,
Sentir-me dormente, eloqüente, quente...

Se eu soubesse, ha se eu soubesse.
Que uma palavra separa gente,
Que um minuto separa pra sempre
Que a vida não tem dó da gente

Que um mal entendido pode ser pra sempre,
E que esse sempre é pra nunca mais,
Nunca mais sentir,
Não mais sorrir,
Não ser mais feliz,

E guardo aquele eterno momento em minha mente,
Algum lugar que esteja para sempre,
E nunca mais me arrepender,
Seguir em frente,
Esquecer-te,
Voltar a viver

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Curiosidade parte II: Growthmax funciona???

Growthmax: Aparelho que promete aumentar a estatura da pessoa, independente de sua idade, será mesmo que funciona???

Música: Genesis



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Genesis

Genesis é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1967, quando os seus fundadores Peter Gabriel, Mike Rutherford, e Tony Banks ainda estudavam na Charterhouse School. Alcançaram sucesso considerável nas décadas de 1970, 1980 e 1990.
Com aproximadamente 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o Genesis é considerado um dos trinta maiores artistas de todos os tempos. A banda é amplamente conhecida por duas fases musicais diferentes. Na fase inicial da carreira, suas estruturas musicais complexas, instrumentação elaborada e apresentações teatrais a tornou uma das bandas mais reverenciadas do rock progressivo na década de 1970. Criações clássicas da banda nesse período incluem a canção de 23 minutos "Supper's Ready", além do álbum conceitual de 1974 The Lamb Lies Down on Broadway. A partir da década de 1980, sua música tomou um caminho distinto em direção ao pop, os tornando mais acessíveis para a cena musical.
Em 18 de outubro de 2006, a BBC anunciou que os membros do Genesis, incluindo Phil Collins, Mike Rutherford e Tony Banks, aceitaram reunir-se para uma turnê mundial e explorando a possibilidade de gravação de um novo material.

Formação atual
Tony Banks - teclados, guitarra (12 cordas) e coro (1967 - 1998; 2006 - atualmente)
Mike Rutherford - baixo, guitarra e coro (1967 - 1998; 2006 - atualmente)
Phil Collins - bateria, vocal e coro (1970 - 1996; 2006 - atualmente)
Chester Thompson - bateria (1976 - 1996; 2006 - atualmente)
Daryl Stuermer - guitarra, baixo e coro (1979 - 1996; 2006 - atualmente)

Ex-integrantes
Peter Gabriel - vocal, flauta e percussão (1967 - 1975)
Steve Hackett - guitarra (1970 - 1977)
Anthony Phillips - guitarra e vozes (1967 - 1970)
Chris Stewart - bateria (1967 - 1968)
Jonathan Silver - bateria (1967 - 1969)
Jonathan Mayhew - bateria, percussão e coro (1970)
Ray Wilson - vocal e guitarra acústica (1997 - 1998)

Era Peter Gabriel
Os Genesis gravaram o seu primeiro álbum From Genesis to Revelation em 1968 depois de fazerem um acordo com Jonathan King, um compositor e produtor que teve um single de êxito na altura chamado "Everyone's gone to the moon". A banda gravou uma série de músicas reflectindo o estilo pop leve dos Bee Gees, de quem King era grande admirador, tendo King juntado estas músicas num pseudo álbum conceptual juntando-lhe arranjos de cordas. O álbum foi um terrível fracasso e a banda sentindo-se manipulada por King disse-lhe que se tinham separado, de modo a conseguirem quebrar o contracto que tinham com ele. Até hoje King é abominado pela banda e seus fãs, por dizer que foi ele quem deu nome ao grupo e por ter sempre tentado ganhar os direitos do primeiro álbum para regravação.
A marcha dos Genesis continuou, tocando onde conseguiam. Acabaram por fazer outro contrato com a Charisma Records. Devido às actuações ao vivo a banda começou a ser conhecida por melodias hipnóticas, que eram muitas vezes também, escuras, assombradas e com uma sonoridade medieval, Anthony Philips deixou a banda em 1970 a seguir ao lançamento de Trespass devido a discordâncias quanto ao rumo que a banda estava a seguir e a episódios de medo do palco. A partida de Phillips foi bastante traumática para Banks e Rutherford que devido a Phillips ser um membro fundador, tinham dúvidas sobre se deveriam ou não continuar sem ele. Eventualmente os restantes membros reuniram-se renovando o compromisso com os Genesis e afastando John Mayhew no acordo. Steve Hackett e Phil Collins juntaram-se ao grupo após terem respondido a anúncios no Melody Maker e realizado audições com sucesso. Em 1971 editam Nursery Cryme.
Em 1972 é editado o álbum Foxtrot que continha a faixa de 23 minutos “Supper’s ready” e “Watcher of the skies” inspirado em Arthur C. Clarke; a reputação dos Genesis como compositores e intérpretes sai solidificada. A presença em palco extravagante e teatral de Peter Gabriel que envolvia numerosas mudanças de vestuário e histórias surreais contadas como introdução para cada música, fizeram da banda uma das mais faladas no princípio dos anos 1970, principalmente no que dizia respeito a espectáculos ao vivo. Selling England by the Pound, editado em 1973, é aplaudido tanto pela crítica como pelos fãs por quem é normalmente considerado como o seu melhor trabalho. Clássicos como “Firth of Fifth” e “Cinema Show” seriam peças fundamentais nos concertos da banda durante muitos anos. A banda depressa se aventurou num projecto muito mais ambicioso, o álbum conceptual The Lamb Lies Down on Broadway, que foi editado em Novembro de 1974

Era de Phil Collins

Steve Hackett deixou o Genesis em 1977. Na foto, o músico em 2005
Peter Gabriel deixou a banda em 1975 a seguir à digressão de divulgação de The Lamb Lies Down in Broadway por se sentir cada vez mais separado da banda, tendo o seu casamento e o nascimento do primeiro filho ajudado a aumentar essa tensão pessoal. Os outros membros do grupo escreveram praticamente todas as músicas do álbum, tendo Gabriel limitado-se a escrever a história e as letras sozinho. O primeiro álbum a solo de Gabriel Peter Gabriel I de 1977 continha “Solsbury hill”, uma alegoria à sua saída dos Genesis.
Após considerarem vários substitutos para Gabriel, decidiram que Phil Collins iria substituí-lo, mudando assim a forma da banda de um quinteto para um quarteto. Para surpresa de muita gente, Collins provou ser o vocalista ideal para a banda, já que havia quem achasse que a banda cairia na miséria sem Peter Gabriel. A Trick of the Tail e Wind and Wuthering, editados com um ano de intervalo um do outro, foram bem recebidos na generalidade, demonstrando que os Genesis afinal eram mais do que uma banda de suporte do seu ex-líder. Bill Bruford, acabado de sair dos King Crimson, juntou-se ao grupo na digressão de 1976 como baterista e mais tarde, Chester Thompson (veterano dos Weather Report e de Frank Zappa) tomaria conta da bateria nos concertos, deixando Collins livre para o vocal.
Em 1977 Steve Hackett deixou o grupo. Para o seu lugar foi chamado Daryl Stuermer. A saída de Hackett reflectiu no título do álbum seguinte And Then There Were Three, pois o grupo passara a ser um trio. Este álbum iniciou também outra grande alteração, com a banda a afastar-se das músicas longas e a entrar no formato mais curto e amigável para as rádios; este álbum conseguiu o primeiro single de êxito nos Estados Unidos com "Follow you follow me". Seguiu-se Duke que atingiu a platina e que trouxe mais dois grandes êxitos para a banda, "Turn it on again" e "Misunderstanding". O êxito dos Genesis pelos anos 1980 estava assegurado, embora muitos fãs da era Gabriel se sentissem alienados. Cada álbum tornava-se mais e mais comercial e as audiências aumentavam na mesma proporção.
Dois anos depois de lançar Abacab, em 1981, o álbum Genesis ainda trazia algumas composições próximas no progressivo como "Mama" e "Home by the Sea", esta conhecida pelas duas versões, uma delas totalmente instrumental. Em 1986 é lançado Invisible Touch, de longe o maior sucesso de vendas do público, com mais de 20 milhões de cópias vendidas. Hits como "Invisible Touch", "Tonight Tonight Tonight", a romântica "In too Deep" e "Throwing It All Away" pegam de assalto as paradas de sucessos de todo o mundo, além do bem-sucedido videoclipe de "Land of Confusion" na MTV. Nos fins dos anos 1980 e princípios de 1990, a banda tocava regularmente em grandes estádios por todo o mundo e em Julho de 1987, tornaram-se mesmo os primeiros a tocar quatro noites seguidas no estádio de Wembley.
Os concertos da banda aumentaram consideravelmente devido à sua aderência à tecnologia de ponta. Os Genesis foram a primeira banda a usar "Vari*Lites", ecrãs gigantescos e o sistema de som "Prism", todos eles agora, objectos normais em qualquer grande espectáculo.

Era Ray Wilson
Entretanto, Collins tornou-se uma super estrela, ao manter paralelamente uma enorme carreira a solo, na produção, como actor televisivo, designadamente na série Miami Vice, tocando bateria como convidado em digressões de Robert Plant e Eric Clapton. O seu sucesso a solo pode ter influenciado o sucesso e a direcção musical dos Genesis. Muitos terão visto o dobrar dos sinos da banda quando Collins abandonou o grupo em 1996. Banks e Rutherford continuaram e elegeram o ex-Stiltskin Ray Wilson para o substituir. O álbum Calling All Stations vendeu bem em toda a Europa mas não teve grande sucesso nos Estados Unidos, onde o hip-hop, o rock alternativo e o teen pop suplantavam o rock clássico nas tabelas de vendas. Por este motivo o grupo cancelou uma digressão que estava planeada para esse país.
Para todos os efeitos a banda dispersou-se, mas os seus membros individualmente (incluindo Phillips e Hackett, mas excluindo Gabriel) continuam a manter contactos regulares e não puseram de parte a eventualidade de uma reunião. Tony Banks diz que a banda está a descansar, e Collins, que entretanto começou a perder a audição de um ouvido, diz estar esperançado que a formação original, incluindo Gabriel possam vir a tocar juntos outra vez.
A formação clássica gravou em 1999 uma nova versão de "Carpet crawlers" (embora o tivessem feito separadamente) para um Greatest Hits, e a maioria dos membros originais envolveram-se na edição de Archive, uma compilação em duas caixas de CDs.

Reunião da banda
Alguns pronunciamentos de Collins, Hackett e Gabriel no final de 2005 sobre um provável retorno do grupo e um encontro entre os membros da banda na Suíça em janeiro de 2006 estimularam as especulações dos fãs do grupo de uma possível volta. Apesar de um desmentido da produtora da banda sobre esse fato, rumores sobre uma possível reunião em meados de 2007 circularam com freqüência na Internet durante quase todo o ano de 2006.
Após muita especulação sobre a reunião, Tony Banks, Phil Collins e Mike Rutherford anunciaram a turnê de reunião "Turn It On Again" em 7 de novembro de 2006, quase quarenta anos após a formação da banda. Foi confirmado que a primeira parte da turnê seria na Europa, em doze países, começando em Helsinki, Finlândia em junho de 2007 e terminou em Roma, Itália em julho. A turnê então seguiu para os Estados Unidos em mais vinte concertos, encerrando-se em Outubro de 2007.
A idéia original era reunir também Peter Gabriel e Steve Hackett e executar a turnê para The Lamb Lies Down on Broadway. A princípio, Peter Gabriel aceitou o convite para apresentar-se, mas não gostaria de comprometer-se com a turnê, o que acabou levando a sua saída da reunião[2]. Hackett também recusou o convite mas mantém boas relações com o resto da banda. Em seu sítio oficial o músico inclusive expressas sucesso na reunião do Genesis[3]. Diante disso, a formação da turnê foi a que vem se repetindo desde 1978: Phil Collins (voz e bateria), Tony Banks (teclados e vocais), Mike Rutherford (baixo, guitarras e vocais), Daryl Stuermer (guitarras, baixo e vocais) e Chester Thompson (bateria e sampler).
A banda e o produtor Nick Davis estão re-lançando álbuns antigos em 2007 no formato box-set pela Virgin Records, de Trespass a Calling All Stations, no formato 5.1. Um DVD também terá material extra incluindo vídeos promocionais e novas entrevistas sobre o período de lançamento de cada álbum presente.
Em 2008 foi lançado um DVD duplo com o show ocorrido em Roma, no encerramento da turnê européia. Ele mescla sucessos da formação clássica (In The Cage, Afterglow, Cinema Show, The Carpert Crawlers, Los Endos, etc.) com os hits comerciais dos Anos 80 e 90 (Land of Confusion, Invisible Touch, No Son of Mine, etc.).

Álbuns de estúdio e EP's
1969 - From Genesis to Revelation
reeditado em 1974 como In The Beginning
reeditado em 1980 como Where The Sour Turns To Sweet
1970 - Trespass
1971 - Nursery Cryme
1972 - Foxtrot
1973 - Selling England by the Pound
1974 - The Lamb Lies Down on Broadway
1976 - A Trick of the Tail
1976 - Wind and Wuthering
1977 - Spot the Pigeon (EP)
1978 - ...And Then There Were Three
1980 - Duke
1981 - Abacab
1982 - 3 X 3 (EP)
1983 - Genesis
1986 - Invisible Touch
1991 - We Can't Dance
1997 - Calling All Stations

Álbuns ao vivo
1973 - Genesis Live
1977 - Seconds Out
1982 - Three Sides Live
1992 - The Way We Walk, Vol. 1: The Shorts
1992 - The Way We Walk, Vol. 2: The Longs
2007 - Live Over Europe 2007

Compilações
1998 - Genesis Archive - 1967-1975
1999 - Turn It On Again - The Hits
2000 - Genesis Archive #2 - 1976-1992
2004 - The Platinum Collection
2007 - Turn It On Again - The Hits: Tour Edition

Trabalhos relacionados
1975 - Voyage of the Acolyte é um álbum a solo de Steve Hackett, mas para muitos é quase um álbum dos Genesis. Participam Hackett, Mike Rutherford e Phil Collins juntamente com John Hackett (flauta, sintetizador ARP, sinos), Nigel Warren-Green (violoncelo), Robin Miller (oboé, corne inglês), John Acock (Mellotron, acordeon, piano) John Gustafson (baixo) e Sally Oldfield (voz).

Videografia
1976 - Genesis in Concert - Lançado em VHS, LD e DVD (na versão remasterizada de A Trick Of The Tail).
1982 - Three Sides Live - Lançado em VHS e LD.
1984 - The Mama Tour - Lançado em VHS e LD.
1988 - Invisible Touch Tour - Lançado em VHS, LD e DVD (como Live at Wembley Stadium).
1992 - The Way We Walk - Live in Concert - Lançado em VHS, LD e DVD.
2001 - The Genesis Songbook - Lançado em DVD.
2005 - The Video Show - Lançado em DVD.
2008 - When In Rome 2007 - Lançado em DVD.

Inspiração e influências
Uma ampla variedade de estilos musicais influenciaram a banda, desde a música clássica ao rock e jazz. Tony Banks inspirava-se em Alan Price do The Animals, citando que ele foi a primeira pessoa que me fez tomar conhecimento do órgão no contexto do rock [4]. Outros organistas inflentes para Banks incluem Matthew Fisher (Procol Harum e The Nice). Influências clássicas incluem Rachmaninov, Ravel, Mahler e Shostakovich.
Vários contemporâneos como The Beatles, The Rolling Stones e Simon and Garfunkel também afetaram o som da banda. Collins citou Buddy Rich e Mahavishnu Orchestra, enquanto a carreira anterior de Gabriel com o Genesis foi influenciada pela música de Nina Simone e King Crimson [5]. Os arranjos musicais do primeiro álbum From Genesis to Revelation foram influenciados pelo trabalho de Moody Blues, Family e Bee Gees.
Como um grupo que influenciou o crescimento do movimento rock progressivo, o Genesis vem sendo citado como uma influência para várias outras bandas do estilo como Camel, Kansas, Redrick Sultan, It Bites, IQ, Happy the Man, Marillion, Opeth, Ange e Goblin. Várias bandas de tributo como Re-Genesis, The Musical Box e In The Cage foram criadas para apresentar materiais antigos da banda da era Peter Gabriel.
Phil Collins foi o primeiro artista a fazer um cover de uma canção do Genesis, "Behind The Lines", incluída como terceira faixa de Face Value. Durante apresentações solo, Gabriel executou The Lamb Lies Down on Broadway e Back in NYC enquanto Hackett apresentou "In That Quiet Earth", "Los Endos", "Horizons" e "Blood On The Rooftops". Hackett também apresentou "I Know What I Like (In Your Wardrobe)" em turnês solo e com o supergrupo GTR em 1986. Ray Wilson realizou o maior número de canções da banda durante concertos solo. Em seus dois álbuns solo ao vivo, Live e Life and Acoustic, podem ser encontradas "Carpet Crawlers", "Follow you Follow me", "I Can't Dance", "The Lamb Lies Down on Broadway", "No Son of Mine", "Shipwrecked" e "Mama". Jeff Buckley retrabalhou em "Back in NYC" em um álbum póstumo lançado em 1998, Sketches for My Sweetheart the Drunk. A banda sueca de death metal In Flames fez um cover de "Land of Confusion" no seu Trigger (EP), assim como o Disturbed em Ten Thousand Fists. Houve, também, um cover de Mama da banda brasileira de power metal, Angra.

Capas de álbuns
As capas de álbuns dos álbuns do Genesis incorporaram uma arte complexa para refletir os temas presentes nas composições. Seu primeiro álbum, From Genesis to Revelation era todo preto com o texto Genesis escrito em uma fonte gótica e verde no topo à esquerda. as capas foram modificas ao longo dos lançamentos. Os três álbuns seguintes tiveram suas capas desenvolvidas pelo artista gráfico Paul Whitehead (da Charisma Records). A capa de Foxtrot é talvez a mais popular entre os fãs; é mostrada uma figura feminina em um vestido vermelho e com uma cabeça de raposa. Whitehead alegou em entrevista que a inspiração para a personagem surgiu em na canção "Foxy Lady" de Jimi Hendrix[6] . Após Whitehead mudar-se para Los Angeles, o Genesis assinou com a famosa agência Hipgnosis, cujos artistas haviam criados capas conceituadas, como Dark Side of the Moon do Pink Floyd e Houses of the Holy de Led Zeppelin. A primeira capa da Hipgnosis para a banda foi para The Lamb Lies Down on Broadway, contanto pela primeira vez com um modelo masculino, representando o personagem "Rael", protagonista da história do álbum.
No resto da década de 1970, vários artistas da Hipgnosis contribuíram com capas para os álbuns de estúdio do Genesis. A capa de Trick of the Tail é uma representação de vários personagens no álbum. A começar por Duke, os álbuns da banda apresentavam caricaturas desenvolvidas pela Bill Smith Studios. O álbum mais vendido da banda, Invisible Touch, apresentava a arte de Assorted Images, previamente desenvolvidas para capas de álbuns de Duran Duran e Culture Club. A capa de We Can't Dance apresenta o trabalho de Felicity Bowers. As capas de Calling All Stations e da compilação Turn it on Again: The Hits foram desenvolvidas pela Wherefore Art?.

Críticas
As raízes do rock progressivo tornaram o Genesis diferente de seus contemporâneos do rock como Led Zeppelin ou Black Sabbath. Inclusive, um artigo na Q Magazine trata de um quadrinho de 1977 de Ray Lowry de fãs "adormecidos, moribundos, [ou] comatosos com o nome da banda mostrado em uma cartaz sobre o palco, onde se lê "GENESNOOZE"[7][8].
Muito do criticismo com a banda na década de 1970 era centrado por volta de todo o rock progressivo no geral, que para muitos era considerado "intelectual" e "pretensioso". As aparições teatrais de Gabriel eram consideradas incoerentes para muitos fãs do rock, inclusive para alguns fãs da banda. Isso foi exemplificado nas apresentações ao vivo de suporte do último álbum com o vocalista na banda, The Lamb Lies Down on Broadway, desenvolvido independentemente por Gabriel; é uma obra difícil de se entender e aceitar, o que causou atrito com os outros membros do Genesis.
A transição da banda de tocar longas e complexas composições para um material mais compacto e "comercial" também não foi bem recebido pela crítica. Uma revisão de And Then There Were Three relatou "em resumo, esta composição é sombra mais pálida das realizações anteriores do grupo. O prejuízo não é somente irreversível, foi largamente endossado: ...And Then There Were Three... é o primeiro disco de ouro do Genesis nos Estados Unidos"[9]. Phil Collins é geralmente criticado pela transformação da banda do rock progressivo para o rock comercial e pop, tocando o mesmo que ele desenvolveu em sua carreira solo.

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Literatura: Poesia Illusion



Illusion


All of a sudden a colorful dream
Came up and made things fine
You can’t control you mind

All of a sudden you just realize
You are so numbed and blind
Nothing can take you out of this state of mind


You are mesmerized
Just a magic world inside your mind...
Can’t see the true outside...

You are under a powerful spell
Nobody can help you now
Nobody can wake you up

All of a sudden you just realized
Somebody’s lies had deceived your mind
Your world was an illusion
Your dreams were only your "own" dreams

Hey wake up welcome to reality
Now you see the true and have to face it

You still blind! You now are in a nightmare trick
You just can see the shadows
Nobody can bring you to light
Your anger had possessed your soul
You walk in a lonely black night

Nobody can help you now
Nobody can wake you up

Give up your passions
Give up those dreams
They are all illusions

Wake up your blinded mind
Don’t waste your life!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Curiosidades: Será o fim dos problemas de coluna e dores nas costas? Será???????



Esse Aparelho promete acabar com os seus problemas de coluna. Será possivel? Alguem ai ja usou ?

Mais informações de onde achei esse "curioso e milagroso" aparelho, na web page do próprio: http://www.magnaspine.com/versao_em_portugues.htm

Música: Cream


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cream
Cream foi uma banda de blues rock dos anos 1960, formada pelo guitarrista Eric Clapton, pelo baixista Jack Bruce e pelo baterista Ginger Baker.
Célebres como o primeiro power trio do rock, o som da banda era caracterizado por uma mistura de blues e psicodelia, combinando a técnica apurada de Clapton com a voz suave de Bruce e o ritmo de Baker. O Cream representa o som energético da época, ancorado em num estilo blues familiar; vai de clássicos tradicionais, como "Crossroads" e "Born Under a Bad Sign", às mais excêntricas "Strange Brew" e "Tales of Brave Ulysses", até chegar em "Spoonful" e "Toad". Seus maiores sucessos são "I Feel Free", "Sunshine of Your Love", "White Room",e "Badge" (escrita por Clapton e George Harrison).
Depois de se separarem em novembro de 1968 os integrantes do Cream voltaram a tocar juntos em 1993, quando a banda foi incluída no Hall da Fama do Rock and Roll. O grupo se reuniu novamente em Maio de 2005, tocando no Royal Albert Hall onde haviam tocado seus últimos concertos em 1968. A última vez que a banda tocou foi em 24 - 26 de Outubro de 2005 no Madison Square Garden
Integrantes
Eric Clapton - guitarra e vocal
Jack Bruce - baixo e vocal
Ginger Baker - bateria
Discografia
Fresh Cream
Disraeli Gears
Dazed and Cream
Wheels of Fire
Goodbye Cream
Live Cream
Live Cream Volume 2
Quem estiver a procura dos seguintes LPS: Fresh Cream (1966) Importado LP Cream - wheels of fire acha na Grilo Musical Store: http://www.quebarato.com.br/classificados/vendo-lps-cream__4308190.html